Oi Don’ana peluso,
abraços.
vc não me conhece, e é de penetra que deixo um comentário no teu blog, para dizer que gostei muito do que vc escreve.
Que lindo teu poema… Parabéns pelo canto engasgado de plenitudes e atavios sinfônicos.
Obra de uma beleza que arde.
qualquer coisa entre em contato. Sou do Ceará, de uma cidade chamada BARRO.
deixo-te, um fragmento de um poema meu, chamado
“alarido”
“Teu olhos,
endureceram
Com seus alumeios
a carcaça
de meus dias sem esperança.
(Mas deixaram uma latunia felpuda
acariciando a medula
de minhas lágrimas.)”
Olá Ana! Que maravilha encontrá-la aqui e, como sempre, “maravilhosa”! Já lhe disse antes, não sei se se lembra, e não me custa repetir: Adoro essa sua forma toda especial de escrever. Parabéns!
Beijos,
Mary Maia
Aninha, maldição boa esta, hein!? E a Soul State, impecável (quero levá-la para o Girapemba). Passando e adorando…beijinhos, Ana
Oi Don’ana peluso,
abraços.
vc não me conhece, e é de penetra que deixo um comentário no teu blog, para dizer que gostei muito do que vc escreve.
Que lindo teu poema… Parabéns pelo canto engasgado de plenitudes e atavios sinfônicos.
Obra de uma beleza que arde.
qualquer coisa entre em contato. Sou do Ceará, de uma cidade chamada BARRO.
deixo-te, um fragmento de um poema meu, chamado
“alarido”
“Teu olhos,
endureceram
Com seus alumeios
a carcaça
de meus dias sem esperança.
(Mas deixaram uma latunia felpuda
acariciando a medula
de minhas lágrimas.)”
cada ferida
tem um nome
de tão antiga
Olá Ana! Que maravilha encontrá-la aqui e, como sempre, “maravilhosa”! Já lhe disse antes, não sei se se lembra, e não me custa repetir: Adoro essa sua forma toda especial de escrever. Parabéns!
Beijos,
Mary Maia