quem é esta
carne
?
brasa inteiriça, de
tão alumiosa
facho de fêmea
é floreio (no deserto da boca)
como despir a jade?
(Mario Cezar)
quem é esta
carne
?
brasa inteiriça, de
tão alumiosa
facho de fêmea
é floreio (no deserto da boca)
como despir a jade?
(Mario Cezar)
gostei da carne, da paixão sem amor, sem razão, sem nada, da imgem de caos, dos dias de agonias,gostei muito
“facho de fêmea é floreio”
como se não bastasse estes fálicos versos ainda me vi entre parenteses, no deserto da sua boca.
Belo.
Poeta[]s
Clauky
despir a jade
despistar a jade
encobrir a jade
fazer o verbo com a língua
“facho de fêmea é floreio/ no deserto da boca”. Eita! Aliteração na medida. Na ponta da língua. Deixa até um gosto de mel na boca da gente.
quantas perguntas Mario Cezar!
seu poema é alumioso também!
Carne, paixão, tara, tesão.
Tudo pão carne… fome… risos.
Cara, muito bão.
Duo e convidados afiados!
Abração.
Céu, pele, jade…
Gostei das tuas viagens sobre e dentro de minha tela, grata pelo olhar e pela pintura de palavras! abraço.
Nao deve ser tao difícil…
beijos
Humm…gostei muito do seu espaço…da profundidade das pequenas palavras que escreveu! provavelmente despir a jade não deve ser tão difícil…quanto despir palavras assim…
parabéns!…
(Alguém pode me explicar o que está acontecendo aqui?)
(tudo em ordem, como podes ver (!))
(beijo)
…Saudades daqui!… Abraços!