rasuras

9 meses de duos poéticos

de TÚNICA Dezembro 13, 2006

Arquivado em: mario cezar — ana peluso @ 10:15 pm

quem é esta
             carne
             ?
brasa inteiriça, de
tão alumiosa
 
facho de fêmea
é floreio          (no deserto da boca)
 
como despir a jade?

(Mario Cezar)

 

12 Responses to “de TÚNICA”

  1. gostei da carne, da paixão sem amor, sem razão, sem nada, da imgem de caos, dos dias de agonias,gostei muito

  2. Clauky Saba Says:

    “facho de fêmea é floreio”

    como se não bastasse estes fálicos versos ainda me vi entre parenteses, no deserto da sua boca.

    Belo.

    Poeta[]s

    Clauky

  3. anapeluso Says:

    despir a jade
    despistar a jade
    encobrir a jade
    fazer o verbo com a língua

  4. Tutti Says:

    “facho de fêmea é floreio/ no deserto da boca”. Eita! Aliteração na medida. Na ponta da língua. Deixa até um gosto de mel na boca da gente.

  5. Helena Says:

    quantas perguntas Mario Cezar!

    seu poema é alumioso também!

  6. Carne, paixão, tara, tesão.

    Tudo pão carne… fome… risos.
    Cara, muito bão.
    Duo e convidados afiados!

    Abração.

  7. Ana Luisa Says:

    Céu, pele, jade…
    Gostei das tuas viagens sobre e dentro de minha tela, grata pelo olhar e pela pintura de palavras! abraço.

  8. Nao deve ser tao difícil…

    beijos

  9. Arethuza Says:

    Humm…gostei muito do seu espaço…da profundidade das pequenas palavras que escreveu! provavelmente despir a jade não deve ser tão difícil…quanto despir palavras assim…
    parabéns!…

  10. Tutti Says:

    (Alguém pode me explicar o que está acontecendo aqui?)

  11. Ana Peluso Says:

    (tudo em ordem, como podes ver (!))
    (beijo)

  12. Ana Luisa Says:

    …Saudades daqui!… Abraços!


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